300 Agachamentos

Programa 300 agachamentos

21-40 agachamentos

21-40 agachamentos
Dia 1
60 segundos entre as séries (ou mais)
Dia 4
60 segundos entre as séries (ou mais)
Série 1 8 Série 1 12
Série 2 8 Série 2 12
Série 3 8 Série 3 12
Série 4 10 Série 4 12
Série 5 max (mínimo 10) Série 5 max (mínimo 12)
Pelo menos 1 dia de intervalo Pelo menos 1 dia de intervalo
Dia 2
60 segundos entre as séries (ou mais)
Dia 5
60 segundos entre as séries (ou mais)
Série 1 10 Série 1 12
Série 2 10 Série 2 12
Série 3 10 Série 3 14
Série 4 8 Série 4 14
Série 5 max (mínimo 10) Série 5 max (mínimo 16)
Pelo menos 1 dia de intervalo Pelo menos 1 dia de intervalo
Dia 3
60 segundos entre as séries (ou mais)
Dia 6
60 segundos entre as séries (ou mais)
Série 1 12 Série 1 14
Série 2 10 Série 2 12
Série 3 10 Série 3 14
Série 4 12 Série 4 16
Série 5 max (mínimo 12) Série 5 max (mínimo 15)
Pelo menos 2 dias de intervalo Pelo menos 2 dias de intervalo
 

 

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O que o agachamento realmente faz por si

O agachamento merece a sua reputação porque faz várias coisas ao mesmo tempo. É um movimento composto, ou seja, trabalha vários grupos musculares num único gesto em vez de isolar um de cada vez. Quando desce ao agachamento e volta a levantar-se, os quadríceps, os isquiotibiais, os glúteos e as panturrilhas partilham a carga, e o seu core trabalha discretamente o tempo todo para manter o tronco estável. É essa combinação que faz com que uns quantos agachamentos o deixem mais ofegante do que uma longa série de um exercício de isolamento.

O músculo é o retorno mais óbvio. O trabalho de resistência como o agachamento impõe exigência aos grandes músculos da parte inferior do corpo e, com o tempo, esse tipo de treino pode ajudar a desenvolver e a manter a força. Isto tende a importar mais, e não menos, à medida que as pessoas envelhecem, uma vez que o músculo é fácil de perder e mais difícil de reconstruir depois de desaparecer. A investigação em força e condicionamento aponta geralmente nesta direção, embora os pormenores dependam muito da forma como se treina.

A estabilidade do core é o benefício subestimado. Para agachar com a coluna neutra, os músculos à volta do tronco têm de ativar-se para manter tudo alinhado. Por recrutar o core ao longo de uma amplitude completa de movimento sob carga, o agachamento pode favorecer o tipo de força do tronco que se transfere para tarefas comuns, como levantar uma caixa ou erguer-se do chão com algo nos braços.

Os agachamentos também são um exercício com sustentação de peso, a categoria de exercício frequentemente associada a apoiar a saúde óssea como parte de uma rotina mais ampla. Carregar o esqueleto, dentro de limites sensatos e com boa técnica, é uma das formas pelas quais o treino pode apoiar o corpo a longo prazo. E como um agachamento bem feito exige movimento real nas ancas, joelhos e tornozelos, fazê-lo regularmente pode ajudar a favorecer a mobilidade dessas articulações em vez de a prejudicar, desde que a execução seja honesta.

Há também um lado mental, o mesmo que se obtém da maior parte do treino consistente. Terminar uma série difícil costuma deixar as pessoas a sentirem-se melhor do que quando começaram, e o progresso constante num levantamento que se pode medir é discretamente motivador. Nada disto é magia, e os agachamentos não curam nada. Mas, como movimento único que exige muito e devolve muito, o agachamento é difícil de superar, e é por isso que continua a aparecer em programas sérios década após década.