300 Agachamentos

Programa 300 agachamentos

276-290 agachamentos

276-290 agachamentos
Dia 1
60 segundos entre as séries (ou mais)
Dia 4
60 segundos entre as séries (ou mais)
Série 1 64 Série 1 64
Série 2 64 Série 2 64
Série 3 60 Série 3 64
Série 4 60 Série 4 64
Série 5 60 Série 5 60
Série 6 60 Série 6 64
Série 7 max (minimum 64) Série 7 max (minimum 66)
Pelo menos 1 dia de intervalo Pelo menos 1 dia de intervalo
Dia 2
60 segundos entre as séries (ou mais)
Dia 5
60 segundos entre as séries (ou mais)
Série 1 64 Série 1 64
Série 2 64 Série 2 64
Série 3 64 Série 3 64
Série 4 60 Série 4 64
Série 5 60 Série 5 64
Série 6 60 Série 6 64
Série 7 max (minimum 64) Série 7 max (minimum 66)
Pelo menos 1 dia de intervalo Pelo menos 1 dia de intervalo
Dia 3
60 segundos entre as séries (ou mais)
Dia 6
60 segundos entre as séries (ou mais)
Série 1 64 Série 1 66
Série 2 64 Série 2 66
Série 3 64 Série 3 64
Série 4 64 Série 4 64
Série 5 60 Série 5 64
Série 6 60 Série 6 64
Série 7 max (minimum 64) Série 7 max (minimum 68)
Pelo menos 2 dias de intervalo Pelo menos 2 dias de intervalo
 

 

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Agachamentos com sapatos ou descalço?

Entre em qualquer ginásio e verá os dois campos: praticantes com sapatos planos de sola dura ou sapatos próprios de halterofilismo, e praticantes que descalçaram os sapatos por completo. Ambos têm argumentos reais por detrás, e a resposta honesta é que a escolha "certa" depende do seu corpo, dos seus objetivos e daquilo que está a tentar corrigir. Eis o que cada lado realmente lhe dá.

Os sapatos — especificamente os de halterofilismo ou os firmes de cross-training — ajudam sobretudo através de duas características. A primeira é um calcanhar elevado. Levantar o calcanhar dá-lhe, na prática, mais amplitude útil de tornozelo, o que permite a muitas pessoas atingir a profundidade mantendo o tronco mais ereto. Isso é genuinamente útil para quem tem mobilidade limitada do tornozelo e para os agachamentos com barra alta ou frontais, onde manter-se ereto é o objetivo. A segunda é uma sola firme e não compressível. Os sapatos de corrida moles deixam o pé rolar e afundar sob carga, o que drena discretamente a estabilidade; uma sola sólida dá-lhe uma plataforma bem plana para empurrar. Os sapatos também protegem os pés, o que não é pouco num ginásio movimentado com pesos a circular.

Agachar descalço troca essas ajudas por feedback e trabalho do pé. Sem nada entre si e o chão, os pequenos músculos dos pés e da parte inferior das pernas têm de fazer o seu trabalho e, com o tempo, isso tende a desenvolver força e consciência numa zona que os sapatos normalmente tratam por si. O contacto direto também melhora a sua noção de equilíbrio e distribuição de peso — consegue sentir exatamente onde está a pressão ao longo do pé e corrigi-la em tempo real. Muitos praticantes descrevem sentir-se mais "ligados ao chão", e há verdade nisso: um pé estável e bem apoiado é uma base melhor para impulsionar.

A investigação, para o que vale, não coroa um vencedor. Alguns estudos apontam vantagens em descalço ou com calçado minimalista; outros favorecem um calcanhar elevado, sobretudo para pessoas cujos tornozelos limitam a sua profundidade. Por outras palavras, é contextual, o que coincide com aquilo a que a maioria dos praticantes experientes chega: experimente ambos e preste atenção a como cada um se sente.

Escolha o que escolher, mantenha-o seguro. Se levanta pesado com sapatos, escolha uns com uma sola genuinamente estável e de apoio, em vez de amortecimento mole. Se vai descalço, tenha atenção à superfície para não escorregar, e cuidado com discos soltos perto de pés desprotegidos. Para além disso, não há aqui superioridade moral — escolha a configuração que lhe permita agachar bem e sentir-se firme, e siga em frente com o trabalho a sério.